O que mais chama atenção é que o proprietário chegou a questionar se não deveria reforçar o lado direito preventivamente, mas recebeu a garantia de que não era necessário. Meses depois, o óbvio aconteceu: o lado direito também falhou, quase causando um acidente maior e levantando dúvidas sobre a resistência estrutural do componente.
Mesmo com o carro fora da garantia, uma nova análise técnica descobriu que o veículo fazia parte de uma campanha de reparo (recall) justamente para esse componente, o que permitiu o serviço sem custo. No entanto, a falha foi tão feia que a roda acabou destruindo a caixa de roda, exigindo um serviço de funilaria que, segundo o dono, ficou com acabamento e mecânica ruins.
O caso levanta um debate sério sobre a qualidade do diagnóstico preventivo nas revisões e se certas falhas estruturais não deveriam ser tratadas com muito mais rigor pelas montadoras antes que o pior aconteça nas estradas.
Você já teve problemas com o eixo do Kwid ou confia na robustez do "compacto" da Renault? Acha que a concessionária deveria ter trocado os dois lados logo de primeira? Comenta sua experiência e compartilha esse alerta com quem tem um desses na garagem! 👇
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