terça-feira, 24 de julho de 2012

Governo propõe aumento salarial a professores para por fim à greve


O governo federal apresentou na tarde desta terça-feira, 24, a sindicalistas uma contraproposta para reestruturar o plano de carreira dos professores das universidades federais e de instituições de pesquisa, concedendo um reajuste de 25% a 45% ao longo dos próximos três anos. Na proposta apresentada no último dia 13, esse reajuste variava de 16% a 45%. Com esse recuo, o governo espera que os professores suspendam a greve nas universidades e instituições de pesquisa.
O governo também atendeu a uma outra reivindicação da categoria e concordou em antecipar o aumento que começaria a valer no mês de julho de 2013, de 2014 e de 2015 para o mês de março desses anos. Integrantes de sindicatos informaram que o impacto no Orçamento com os novos porcentuais será de R$ 4,2 bilhões. Antes de ceder às reivindicações, o impacto estimado seria de R$ 3,9 bilhões.
Os professores deverão dar uma reposta se aceitam ou não a contraproposta do governo até a próxima segunda-feira, 30. A reunião entre governo e professores continua no Ministério do Planejamento.

FALTA DE TOMÓGRAFO CAUSA TRANSTORNOS NO HOSPITAL REGIONAL


A falta do aparelho de tomografia no Hospital Regional tem causado transtornos para quem precisa passar por procedimentos que utilizam a máquina.

Ao G1, Gustavo Cunha, diretor técnico da unidade, afirmou que um profissional de São Paulo foi contatado para consertar a máquina, mas não há previsão de quando ele chegará à cidade.

Na última quarta-feira (18), uma criança morreu após esperar dois dias por uma tomografia, lembre aqui.

Segundo a direção, enquanto o problema não é resolvido e o atendimento normalizado, os pacientes estão sendo encaminhados para Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus, onde existe um tomógrafo que atende ao SUS.

GREVISTAS PEDEM “CABEÇA” DE DIRIGENTE DA APLB


A greve dos professores da rede estadual da Bahia, que completa hoje 105 dias, esteve o tempo todo marcada pelo impasse entre os representantes da categoria e o governo. Agora, o impasse chegou dentro do comando de greve.
Nesta segunda (22), educadores pediram que fosse votado o afastamento da diretora do setor jurídico da Associação dos Trabalhadores em Educação (APLB-Sindicato), Marilene Betros – uma das principais interlocutoras do movimento -, e do diretor Claudemir Nonato.
De acordo com alguns professores, na última assembleia, Betros adotou discurso favorável ao fim da paralisação. A posição da professora gerou desconfiança dentro do comando. Durante a assembleia desta terça-feira (23), o afastamento das lideranças pode ser colocado em pauta. Leia mais no Correio.