domingo, 17 de junho de 2012


Criança acorda e pede água no meio de seu velório, diz família.


Uma criança de dois anos acordou, sentou no caixão e bebeu um copo de água durante seu próprio velório no sábado (2), em Belém, segundo parentes e pessoas presentes no local. Depois disso, o menino Kelvys Simão dos Santos foi levado para o hospital, mas chegou morto.

A Polícia Civil do Pará investiga se houve erro médico na declaração da “primeira morte”, mas, na ilha de Cotijuba, em que o fato ocorreu, há quem diga que foi um milagre ou algo sobrenatural. Havia cerca de 50 pessoas no velório.
Kelvys foi internado em um hospital estadual com febre e falta de ar na sexta-feira (1). À noite, o hospital constatou a morte da criança. A declaração de óbito aponta como causa da morte insuficiência respiratória, broncopneumonia e desidratação.


As cavidades de seu corpo foram tamponadas e Kelvys foi colocado em um “lençol de cadáver”, que é uma espécie de saco plástico, para depois ser levado à funerária.


Segundo o hospital, ele passou cerca de três horas sem poder respirar. A família, porém, diz que retirou os algodões de suas narinas e boca e abriu o saco plástico.


Durante o velório, segundo a pastora Maria Raimunda Batista, ele “estava se mexendo o tempo todo”.
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O pai do menino, o agricultor Antônio dos Santos, diz que por volta das 14h as pessoas presentes começaram a fazer massagem cardíaca no menino, até que ele cuspiu restos de algodão que haviam sido colocados em sua boca.


Logo depois, diz, o menino sentou no caixão e disse “Pai, água”.


“O povo entrou em pânico, a avó dele desmaiou. O pai e a mãe dele ficaram muito felizes”, disse a pastora. O menino foi levado ao hospital imediatamente, segundo o pai, mas já chegou morto.

INVESTIGAÇÃO
O pai do menino diz acreditar que a criança reagiu aos medicamentos que haviam sido dados no hospital na tentativa de ressuscitá-lo depois que o óbito já havia sido declarado, e por isso acordou no velório.

A direção do hospital afirmou, em nota, que só será possível esclarecer o episódio caso o corpo da criança seja exumado.


De acordo com a Polícia Civil, a depender dos depoimentos colhidos na fase preliminar da investigação pode ser determinada a abertura de inquérito e feito o pedido de exumação.

O hospital deixou a investigação a cargo da polícia. “Se a criança estivesse viva, ela não ia aguentar ficar tanto tempo tamponada. Por isso que achamos estranho e queremos também uma explicação”, afirmou a diretora do Hospital Regional Abelardo Santos, Vera Cecim.

Quadrilha invade casa e executa idoso em Ilhéus.

A violência marcou a tarde desta sexta-feira (15), na 3ª travessa da rua da Orta, no bairro  do Malhado. Homens fortemente armados invadiram uma residência, mataram um idoso de aproximadamente 60 anos. A ação criminosa aconteceu por volta 
das 11h30, quando pelo menos cinco homens invadiram a rua da Orta e arrombaram a porta da residência onde estava Laércio.

Segundo informações, o alvo dos bandidos era os dois filhos da vítima. Laércio estava na casa assistindo televisão. Ao entrarem na residência, os homens efetuaram vários disparos de arma de fogo.
Além disso, alguns populares contaram, que na semana passada durante a madrugada, enquanto a família estava no interior da residência, a mesma quadrilha efetuou cerca de 30 tiros naquele mesmo local.
Inclusive um homem aparentando 20 anos ficou afastado do bando segurando uma arma de cano longo, como se estivesse vigiando e fazendo a segurança dos demais comparsas. Ninguém saiu ferido.
Laércio foi alvejado por três disparos de arma de fogo, sendo um no peito, perna e braço. Ele não resistiu e morreu na hora.
No local, os policiais e peritos encontraram muitas capsulas de pistola 380 espalhadas pelo chão.
Após efetuarem o crime, os assassinos fugiram pelo matagal que da acesso ao Alto da fazendinha.