http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/05/1770321-como-ultimo-ato-dilma-decide-fazer-pronunciamento-no-planalto.shtmlhttp://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/05/1770321-como-ultimo-ato-dilma-decide-fazer-pronunciamento-no-planalto.shtmlhttp://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/05/1770321-como-ultimo-ato-dilma-decide-fazer-pronunciamento-no-planalto.shtmlPara compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/05/1770321-como-ultimo-ato-dilma-decide-fazer-pronunciamento-no-planalto.shtml ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos da Folha estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização da Folhapress (pesquisa@folhapress.com.br). As regras têm como objetivo proteger o investimento que a Folha faz na qualidade de seu jornalismo. Se precisa copiar trecho de texto da Folha para uso privado, por favor logue-se como assinante ou cadastrado.Para compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/05/1770321-como-ultimo-ato-dilma-decide-fazer-pronunciamento
| 6 | ||
Segundo assessores, o formato será uma declaração à imprensa marcada para as 10h no segundo andar do Palácio do Planalto.
Depois disso, o vídeo que a presidente gravou na tarde desta quarta-feira (11) deve ser divulgado nas redes sociais.
Dilma passou a manhã escrevendo os discursos, que devem seguir o mesmo tom que ela tem adotado nos últimos dias, de que vai resistir até o fim e recorrer a todas as instâncias possíveis, visto que é "vítima de um golpe" e que, segundo ela, o governo de Michel Temer é "ilegítimo".
No vídeo, por exemplo, Dilma ressalta que não desistiu de lutar por seu mandato e que, se for preciso, recorrerá a todos os fóruns jurídicos pra impedir seu afastamento definitivo.
A presidente acusa Temer de não ter legitimidade para assumir a Presidência da República por não ter sido eleito em um pleito direto e diz que os partidos de oposição tentam inviabilizar seu mandato desde o dia seguinte da eleição de 2014, uma vez que, segundo ela, "ficaram inconformados com a derrota".
A equipe da presidente chegou a cogitar convocar cadeia nacional de rádio e televisão para o pronunciamento, mas descartou por receio de implicações jurídicas.
O vice-presidente Michel Temer (PMDB) também não pretende fazer pronunciamentos em rádio e TV nos próximos dias. Ele deve assumir por volta das 15h desta quinta (12). O plano é fazer um discurso e dar posse aos ministros já escolhidos.