quinta-feira, 11 de setembro de 2025
BrasilFlávio Bolsonaro se pronuncia sobre condenação do pai
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou, nesta quinta-feira (11/9), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que formou maioria pela condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de mais sete réus. Em publicação no X (antigo Twitter), o filho do ex-presidente questionou a fundamentação do voto da ministra Cármen Lúcia, responsável por formar a maioria pela condenação, que já está em 4 a 1.“Carmem Lúcia não individualiza uma única conduta de ninguém, não cita uma prova de absolutamente nada. Pessoas que não se conhecem e nunca se falaram passaram a integrar uma organização criminosa. Discurso virou prova de premeditação. Narrativas viraram fundamento jurídico”, escreveu o senador.
Fim da escala 6x1: Pequenos negócios podem ser os mais afetados pela jornada reduzida
A empresária Karen Guerreiro conhece bem os desafios de equilibrar produtividade e jornada de trabalho. À frente da Só Mesas, Só Cadeiras, empresa de pequeno porte instalada em Santa Bárbara d'Oeste (SP), que há 33 anos fabrica móveis para bares e restaurantes, ela gerencia cerca de 70 colaboradores. Recentemente implementou a jornada 5x2, com 44 horas semanais em regime de compensação.
Para Karen, a proposta de redução da jornada para 4x3, com 36 horas semanais — prevista na PEC 8/25, atualmente em discussão no Congresso Nacional —, sem compensação adequada, poderia gerar impactos significativos: “A princípio, para nossa empresa, essa redução traria efeitos negativos, tanto financeiros quanto produtivos. Comprometeria a eficiência e dificultaria o cumprimento de prazos e metas.”
A empresária reforça que qualquer alteração precisa considerar a realidade das empresas de pequeno porte. “Reduzir a carga horária semanal sem reorganização dos turnos comprometeria o fluxo da nossa produção, aumentaria custos e geraria atrasos, afetando a competitividade e inviabilizando a abertura de um segundo turno. Nosso compromisso é manter qualidade, cumprir prazos e preservar empregos. Para isso, mudanças devem ser Fim da escala 6x1: Pequenos negócios podem ser os mais afetados pela jornada reduzida
PEC 8/25 propõe jornada 4x3; estudo da FIEMG aponta riscos à economia e à competitividade, enquanto empresários pedem cautela
Repórter Lívia BrazData de publicação: 09 de Setembro de 2025, 12:00hAtualizado em: 09 de Setembro de 2025, 12:25h
Foto: Só Mesas, Só Cadeiras/Divulgação
Foto: Só Mesas, Só Cadeiras/Divulgação
Áudio (02:30s)
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A empresária Karen Guerreiro conhece bem os desafios de equilibrar produtividade e jornada de trabalho. À frente da Só Mesas, Só Cadeiras, empresa de pequeno porte instalada em Santa Bárbara d'Oeste (SP), que há 33 anos fabrica móveis para bares e restaurantes, ela gerencia cerca de 70 colaboradores. Recentemente implementou a jornada 5x2, com 44 horas semanais em regime de compensação.
Para Karen, a proposta de redução da jornada para 4x3, com 36 horas semanais — prevista na PEC 8/25, atualmente em discussão no Congresso Nacional —, sem compensação adequada, poderia gerar impactos significativos: “A princípio, para nossa empresa, essa redução traria efeitos negativos, tanto financeiros quanto produtivos. Comprometeria a eficiência e dificultaria o cumprimento de prazos e metas.”
A empresária reforça que qualquer alteração precisa considerar a realidade das empresas de pequeno porte. “Reduzir a carga horária semanal sem reorganização dos turnos comprometeria o fluxo da nossa produção, aumentaria custos e geraria atrasos, afetando a competitividade e inviabilizando a abertura de um segundo turno. Nosso compromisso é manter qualidade, cumprir prazos e preservar empregos. Para isso, mudanças devem ser viáveis economicamente e produtivamente.”
Impactos econômicos da redução da jornada
O debate sobre o fim da escala 6x1 não é apenas uma questão de direitos trabalhistas, mas também de impacto econômico. Um estudo da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) revela que a redução da jornada de trabalho sem aumento correspondente da produtividade poderia comprometer até 16% do PIB brasileiro, com queda de até R$ 2,9 trilhões no faturamento de setores produtivos.
O levantamento aponta ainda que o país poderia perder até 18 milhões de empregos e registrar uma redução de até R$ 480 bilhões na massa salarial. Mesmo em um cenário mais otimista, com aumento de 1% na produtividade, as perdas ainda chegariam a 16 milhões de empregos e R$ 428 bilhões de impacto negativo na renda dos trabalhadores.
Flávio Roscoe, presidente da FIEMG, destaca que o aumento de custos tende a ser repassado aos consumidores, pressionando a inflação e afetando especialmente os pequenos negócios: “Imagine um restaurante que funciona com dois garçons. Se a jornada for reduzida, será necessário contratar mais um garçom para manter o funcionamento. Esse custo adicional inevitavelmente será repassado ao preço final.”
segunda-feira, 8 de setembro de 2025
Jerônimo Rodrigues sanciona reajuste salarial dos servidores na Bahia; veja os novos ganhos de cada carreira
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), sancionou os reajustes salariais e a a reestruturação de carreiras no funcionalismo público estadual uma ceriônia na tarde desta segunda-feira (8), no Centro Administrativo da Bahia (CAB). A projeção é que mais de 43 mil servidores serão contemplados, com ganhos que variam entre 10,2% e 22,1%, distribuídos entre 2025 e 2026.
O impacto financeiro estimado é de R$ 118,5 milhões ainda em 2025, alcançando R$ 339,8 milhões em 2026 e chegando a R$ 377,8 milhões em 2027. Entre os maiores percentuais de reajuste estão os técnicos em fiscalização e regulação (22,10%), policiais civis (22%) e técnicos em obras públicas (21,04%).Técnico em Fiscalização e Regulação – 22,10%;
Polícia Civil da Bahia (PCBA) – 22%;
Técnico em Obras Públicas – 21,04%;
Especialista em Fiscalização e Regulação – 15,62%;
Grupo Ocupacional Gestão Pública – 15,69%;
Grupo Ocupacional Artes e Cultura – 15,57%;
Especialista em Obras Públicas – 14,11%;
Técnico Específico das Universidades – 14%;
Polícia Militar da Bahia (PMBA) – 13,63%;
Carreiras do Grupo Saúde – 13,63%;
Magistério Público das Universidades – 13,83%;Serviço Penitenciário – 13,39%;
Agente de Tributos e Auditor Fiscal – 10,19%.
Outras mudanças no funcionalismo da Bahia
Além dos aumentos, o pacote prevê mudanças estruturais, como a criação de novas classes e a redefinição de critérios de promoção, baseados em desempenho e tempo mínimo de serviço. Também houve atualização e ampliação de gratificações, que em alguns casos podem chegar a até 160%.
No ensino superior, a valorização do magistério público se destacou, com a promoção de 506professores das quatro universidades estaduais (UNEB, UEFS, UESB e UESC).
De acordo com o governo, os reajustes reforçam o compromisso com o diálogo junto ao funcionalismo e a construção de uma administração pública mais moderna e eficiente
domingo, 7 de setembro de 2025
EMPRESA DOS MORAES DEVE SER PRÓXIMO ALVO DE TRUMP
A Lex Instituto de Estudos Jurídicos, fundado em 2000 pelo próprio ministro, mas desde 2013 pertence apenas à esposa Viviane e aos filhos Alexandre, Giuliana e Gabriela, tem endereço no escritório Barci de Moraes que patrocina causas no STF, é dona de 11 imóveis, incluindo a residência da família em São Paulo, cujos valores declarados somam R$ 12,4 milhões, e pode ser objeto das próximas sanções do governo Trump contra o executivo-chefe da ditadura lulista, Alexandre de Moraes, depois da condenação de Jair Bolsonaro na semana que vem.
Além do apartamento no Jardim Europa, SP, e da sede do escritório Barci de Moraes, que tem Viviane como sócia-administradora, o Lex é dono de dois apartamentos em Campos do Jordão e várias outras propriedades no estado.
Até o ano passado, o instituto também era dono de um apartamento de 387 m² em um condomínio no Guarujá (SP), o Tortugas, com vaga para barcos, mas o imóvel foi vendido por R$ 1,26 milhão segundo o registro do cartório e a vaga, por R$ 140 mil.
Onze dos imóveis registrados foram transferidos para a Lex em 2014. Outros dois foram adquiridos pelo próprio instituto em 2014 e em 2025 diretamente de uma construtora. São apartamentos de cobertura contíguos em um condomínio de Campos do Jordão, que segundo o registro oficial foram comprados por R$ 4 milhões cada um.
Embora o registro da Lex no CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) diga que a função da empresa é dar cursos preparatórios para concursos públicos e para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) a Lex não tem registro público do exercício de cursos ou outras atividades jurídicas.
A empresa tem apenas uma página no Instagram, criada em 2017 quando Alexandre ja estava no STF, ma que nunca mais foi movimentada.
Milhares de trabalhadores estão recusando carteira assinada porque o salário formal não compensa a perda do Bolsa Família e de benefícios vinculados, como descontos em energia e prioridade habitacional
Trabalhadores recusam carteira assinada para não perder Bolsa Família e benefícios sociais.
Nos últimos meses, um fenômeno social e econômico vem chamando atenção no Brasil: trabalhadores estão recusando vagas com carteira assinada por medo de perder o Bolsa Família e os benefícios adicionais atrelados ao programa. Segundo o FDR, o auxílio não se restringe ao pagamento mensal em dinheiro ele também garante descontos na conta de energia, prioridade em programas habitacionais e acesso a políticas de inclusão socialNa prática, o valor líquido somado desses auxílios pode ser superior ao que é pago em empregos formais de baixa remuneração.
Esse dilema atinge especialmente o Nordeste, onde a maioria das vagas de trabalho com carteira assinada é temporária, paga salários baixos e ainda gera custos adicionais com transporte, alimentação e descontos previdenciários Por que a carteira assinada não compensa para muitos
De acordo com o FDR, o Bolsa Família atende hoje mais de 21 milhões de famílias em todo o país, funcionando como uma rede de proteção fundamental.
Para trabalhadores de baixa renda, abrir mão do benefício para assumir um emprego formal pode significar perder estabilidade financeira.
Isso porque o mercado formal disponível para essa parcela da população oferece remunerações baixas e instabilidade contratual, o que não cobre a diferença entre o salário recebido e os auxílios sociais suspensos.
Assim, a informalidade se torna uma estratégia de sobrevivência, permitindo que famílias mantenham o Bolsa Família e complementem sua renda com atividades paralelas.
A armadilha da pobreza
Especialistas consultados pelo FDR alertam que a situação cria uma verdadeira “
Lotofácil da Independência: 54 apostadores ganham mais de R$ 4 milhões; veja dezenas
Os números sorteados na Lotofácil da Independência neste sábado, 6, foram: 03 — 05 — 06 — 08 — 09 — 12 — 13 — 14 — 15 — 16 — 17 — 20 — 21 — 22 — 23. Ao todo, o prêmio estimado foi de R$ 220 milhões, o maior valor da modalidade.
Segundo a Caixa, 54 apostadores acertaram os 15 números e ganharam R$ 4.293.824,84 cada.
Veja os outros vencedores:
14 acertos
9.661 apostas ganharam R$ 2.008,81
13 acertos
301.854 apostas ganharam R$ 35,00
12 acertos
3.539.490 apostas ganharam R$ 14,00
11 acertos
18.955.181 apostas ganharam R$ 7,00 Como apostar na Lotofácil
Para participar, o apostador deve selecionar entre 15 e 20 números, dentre os 25 disponíveis no volante. Serão contemplados com prêmios aqueles que acertarem 11, 12, 13, 14 ou 15 números. Há, ainda, a opção de permitir que o sistema escolha os números aleatoriamente, por meio da funcionalidade Surpresinha. O valor da aposta simples da Lotofácil é de R$ 3,50.
Esta será a 14ª edição do concurso especial, número 3480. As apostas podem ser feitas nas lotéricas, no site ou aplicativo Caixa.
O prêmio principal da Lotofácil da Independência não acumula. Caso não haja apostas vencedoras com 15 acertos, o prêmio é rateado entre os acertadores de 14 números, e assim sucessivamente, conforme as regras do jogo.
quinta-feira, 4 de setembro de 2025
Lista mostra quais bancos foram notificados pelos EUA sobre aplicação da Lei Magnitsky
Ao menos cinco grandes bancos do Brasil receberam uma notificação do governo dos Estados Unidos nesta terça-feira (2) com questionamentos sobre a aplicação da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo informações apuradas pela Folha de S.Paulo, as instituições que receberam a carta do Departamento do Tesouro são: Itaú Unibanco, Santander, Bradesco, Banco do Brasil e BTG Pactual.O comunicado do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros, que pertence ao Tesouro americano, pergunta quais ações foram ou estão sendo tomadas pelas instituições para cumprir a sanção aplicada ao ministro Alexandre de Moraes. Os questionamentos foram feitos no primeiro dia do julgamento de Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus por tentativa de golpe de Estado.
A decisão do governo norte-americano, comunicada no dia 30 de julho, diz que todos os eventuais bens do ministro estão bloqueados nos EUA, bem como qualquer empresa ligada a ele. Moraes também está proibido de realizar transações com cidadãos norte-americanos, utilizando cartões de crédito de bandeira americana, por exemplo
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