Além disso, os trabalhadores denunciam um ambiente de pressão e medo, com relatos de ameaças de demissão, perseguição e falta de segurança tanto no campo técnico quanto no canteiro de obras. A situação tem gerado revolta entre os colaboradores.
Outro ponto grave é a demissão de 17 funcionários, que, segundo as denúncias, não receberam valores referentes a horas trabalhadas nem produção.
Os trabalhadores afirmam que já buscaram apoio do sindicato, mas até o momento nenhuma providência foi tomada. Diante disso, fazem um apelo direto ao Ministério do Trabalho para que fiscalize a situação e tome as medidas cabíveis.
O caso chama atenção para possíveis irregularidades trabalhistas e condições desumanas enfrentadas por quem atua na construção do empreendimento.
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