O artigo desta edição dialoga com as lutas históricas da classe trabalhadora e com os desafios impostos pela reestruturação produtiva e pela economia digital, evidenciando que a defesa de uma jornada mais humana está diretamente ligada ao direito ao trabalho, à saúde, à vida familiar e à dignidade. A escala 6×1, assim como outras formas de sobrejornada, revela-se incompatível com qualquer projeto de desenvolvimento que tenha o ser humano no centro.
Seguimos, assim, fortalecendo este espaço de debate e formulação, com o objetivo de subsidiar a ação sindical, os movimentos sociais, o parlamento e a sociedade em geral na construção de alternativas que apontem para um futuro com mais direitos, mais tempo livre e vida além do trabalho.
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