quinta-feira, 20 de abril de 2017
sábado, 15 de abril de 2017
Putin afirma que relação entre Rússia e EUA piorou com Trump.
O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que as relações com os Estados Unidos pioraram desde que Donald Trump chegou à Casa Branca, no mesmo dia em que os chefes da diplomacia dos dois países discutiam em Moscou a guerra na Síria.Putin disse, em uma entrevista exibida nesta quarta-feira, no momento da reunião, que o "nível de confiança" entre os dois países piorou desde que Donald Trump tomou posse nos Estados Unidos."Pode-se dizer que o nível de confiança em nossas relações de trabalho, especialmente na questão militar, não melhorou, e provavelmente piorou", disse Putin ao canal de notícias Mir 24.O secretário de Estado americano, Rex Tillerson, e o chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, estavam reunidos em Moscou para uma conversa crucial sobre o futuro das relações entre as duas potências, depois das declarações divergentes sobre o conflito na Síria.Tillerson e Lavrov trocaram farpas nos últimos dias sobre o suposto ataque químico na cidade de Khan Sheikhun e após a mudança de postura do presidente americano ao ordenar o primeiro bombardeio contra o exército sírio desde o início do conflito há seis anos.Lavrov disse que deseja compreender as "verdadeiras intenções" dos Estados Unidos em termos de política internacional, com o objetivo de evitar uma "repetição" do bombardeio americano na Síria e trabalhar na criação de uma "frente comum contra o terrorismo"."Nossa linha de comando se baseia no direito internacional e não em uma escolha do tipo 'você está do nosso lado ou contra nós'", declarou o ministro.Tillerson afirmou que deseja um diálogo "aberto, franco e sincero" com o objetivo de "esclarecer mais os objetivos e interesses comuns e as claras diferenças" na abordagem dos dois países sobre as principais questões.Esta primeira visita à Rússia de um alto funcionário do governo Trump deve servir para estabelecer as bases da "normalização" das relações entre os dois países, prometida por Donald Trump durante a campanha eleitoral.Mas o suposto ataque químico na cidade de Khan Sheikhun (noroeste da Síria) e o bombardeio americano poucos dias depois provocaram novas tensões entre as duas potências.
Provocações Altos funcionários americanos repetiram na terça-feira as críticas ao forte apoio da Rússia ao presidente sírio Bashar al-Assad.O secretário de Defesa, Jim Mattis, afirmou que não há dúvida de que o regime de Assad era o responsável pelo ataque químico de 4 de abril, que deixou 87 mortos, incluindo dezenas de crianças, na província rebelde de Idlib, noroeste da Síria.Uma fonte do governo americano, que pediu anonimato, acusou Moscou de "espalhar confusão" sobre o papel do regime sírio no suposto ataque ataque químico para tentar culpar os rebeldes ou os jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI).Putin repetiu em uma entrevista que não via nenhum elemento que provasse a responsabilidade de Damasco.A Rússia mantém uma linha que inocenta o regime sírio e aponta para os rebeldes, com a alegação de que o exército de Damasco desmantelou seu arsenal de armas químicas sob supervisão internacional.Putin advertiu para provocações que estariam sendo preparadas pelos rebeldes, que utilizariam armas químicas para depois acusar Damasco.
Coreia do Norte diz que vai "devastar impiedosamente" os EUA se Washington atacar.
O exército da Coreia do Norte informou nesta sexta-feira que "devastará impiedosamente" os Estados Unidos se Washington decidir atacar, num momento em que grupo de porta-aviões norte-americano se dirige à região em meio a temores de que os norte-coreanos possam conduzir um sexto teste de armas nucleares."Nossa ação mais dura contra os Estados Unidos e suas forças navais será tomada de forma tão impiedosa, de modo que os agressores não sobreviverão", disse em comunicado a agência de notícias oficial KCNA, citando o exército.
quinta-feira, 13 de abril de 2017
Mundo em alerta: Coreia do Norte diz para jornalistas "se prepararem para um grande evento"
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