domingo, 27 de julho de 2014

O ônibus da empresa Viametro Motorista e cobradores prometem parar em protesto pela falta de segurança..

Um ônibus da empresa Viametro foi assaltado no distrito de Campinhos, próximo a Sambaituba. Os meliantes, sem se contentar com os valores roubados, mandaram o motorista e a cobradora se despirem, tentando estuprar a cobradora, que depois sofreu espancamento.
A CIPE cacaueira foi acionada, e segundo informações, os criminosos foram presos e estão sendo levados para a  7ª COORPIN.
Nesse momento, o Sindicato dos Rodoviários está reunido com motoristas e cobradores no terminal urbano, esperando a chegada dos meliantes na 7ª COORPIN. Segundo o presidente do sindicato, Gustavo Santana, não está descartada a hipótese de uma paralisação da categoria neste domingo (27) , pedindo mais segurança aos trabalhadores rodoviários....

Capitão Carlos, coloca seu nome pelo PSB na disputa politica para deputado estadual. 40567 - Eleições 2014

Capitão Carlos, coloca seu nome pelo PSB na disputa por uma vaga na Assembléia Legislativa da Bahia. Entendendo que a região precisa de fortalecimento da sua representatividade e que essa deficiência vem prejudicando o desenvolvimento e as demandas sociais, Carlos não só tem a cara de Ilhéus, mas tem o discurso que as pessoas estão precisando ouvir: Capitão Carlos é a maior novidade do cenário político da nossa cidade. Quem não o conhece vai se surpreender com sua capacidade e conteúdo. Ele está preparado para representar bem a região  Sul da Bahia", afirmam"- Além de eu apoiar a candidatura do Capitão Carlos, entre os candidatos do PSB na disputa para o legislativo estadual,declaro que o meu voto será para ele." Disse entusiasmado ao ver a grande adesão popular o presidente do PSB e Secretário de Turismo Alcides Kruschewsky. O  lançamento de sua campanha, ele mostrou sua popularidade e encheu a associação 19 de março com centenas de pessoas.....

Capitao Carlos 40567 - Eleições 2014

segunda-feira, 21 de julho de 2014

As marcas de cerveja mais valiosas do mundo em 2014 Skol e a Brahma representam o Brasil no ranking das marcas mais valiosas

A norte-americana Bud Light é a marca de cerveja mais valiosa do mundo em 2014. De acordo com o relatório da consultoria de pesquisa de marketing Millward Brown, a marca foi avaliada em quase US$ 12,5 bilhões e foi a cerveja mais vendida nos Estados Unidos. Em segundo lugar ficou a Budweiser, com um valor de US$ 11,8 bilhões.
A Skol e a Brahma também estão no ranking das marcas mais valiosas, ocupando o sexto e o décimo lugar respectivamente. Confira a seguir a lista completa das cervejas mais valiosas do mundo..Bud Light (EUA) tem valor de US$ 12,5 bilhões, variação de 16% em relação a 2013..Budweiser (EUA) tem valor de US$ 11,8 bilhões, variação de 25% em relação a 2013..Heineken (Holanda) tem valor de US$ 8,6 bilhões, variação de 5% em relação a 2013..Stella Artois (Bélgica) tem valor de US$ 8,2 bilhões, variação de 30% em relação a 2013..Corona (México) tem valor de US$ 8 bilhões, variação de 21% em relação a 2013..Skol (Brasil) tem valor de US$ 7 bilhões, variação de 8% em relação a 2013..Guinness (Irlanda) tem valor de US$ 5 bilhões, variação de 12% em relação a 2013..Águila (Colômbia) tem valor de US$ 3,6 bilhões, variação de -6% em relação a 2013..Miller Lite (EUA) tem valor de US$ 3,6 bilhões, variação de 17% em relação a 2013..Brahma (Brasil) tem valor de US$ 3,5 bilhões, variação de -6% em relação a 2013

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Dilma lidera pesquisa, mas tem empate técnico com Aécio no 2º turno Pela primeira vez, cenário do Datafolha mostra presidente com 44% e Aécio com 40% em eventual segundo turno

Atualizado às 22h32 - Na primeira pesquisa eleitoral feita após a derrota do Brasil na etapa final da Copa do Mundo, a taxa de intenção de votos na presidente Dilma Rousseff oscilou dois pontos porcentuais para baixo. Segundo o instituto Datafolha, ela tem 36%, contra 20% para Aécio Neves (PSDB) e 8% para Eduardo Campos (PSB).
Em um eventual segundo turno contra o tucano, a petista teria 44%, e seu adversário, 40%. Como a margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, os dois estão empatados tecnicamente - mas no limite da margem, ou seja, é estatisticamente improvável que ambos tenham a mesma taxa. Em um confronto direto com Eduardo Campos, a presidente venceria por 45% a 38%.
Mas a pesquisa não é conclusiva em relação a um segundo turno. Os adversários de Dilma, somados, tem 36%, mesmo porcentual da petista. Para vencer já no primeiro turno, ela terá de obter mais votos que a soma dos rivais.
O levantamento mostrou piora na avaliação do governo. A parcela dos eleitores que considera a administração do País boa ou ótima caiu de 35% para 32%. Os que veem o governo como ruim ou péssimo passaram de 26% para 29%.
A pesquisa anterior do Datafolha, feita durante a Copa, havia detectado um crescimento de quatro pontos porcentuais na intenção de voto em Dilma, em comparação com o levantamento realizado um mês antes, no início de junho (de 34% para 38%).
O número de junho, porém, foi um ponto fora da curva. Na pesquisa Datafolha de maio, Dilma tinha 37%, patamar próximo ao atingido no início de julho e agora. O mau resultado da época pode ter relação com greves e manifestações ocorridas no País naquele momento. Dois levantamentos do Ibope, feitos um pouco antes e logo depois, mostraram a presidente com 39% e 38%, respectivamente - ou seja, em uma situação de estabilidade, não de oscilação.
A partir de meados de junho, o cenário político foi tomado pelo clima do futebol. Logo na abertura do evento da Fifa, Dilma foi vaiada e xingada por parte do público.
Em um primeiro momento, Aécio e Campos afirmaram que as vaias seriam consequência do que a presidente havia "plantado" ao longo do tempo. O tucano, porém, recuou horas mais tarde. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, creditou as ofensas a Dilma à "elite" presente no estádio. O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, porém, disse que a manifestação não partiu apenas da "elite branca".
Na final da Copa, no Maracanã, Dilma voltou a ser hostilizada pela torcida, ao entregar a taça à seleção alemã.