Empresas de energia passaram a reajustar tarifas tão logo a presidenta Dilma anunciou em outubro a intenção de reduzi-las. Já em novembro, a Agência Nacional de Energia Elétrica autorizou um reajuste de 12%, mas alguns estados, como o Rio de Janeiro, segundo queixas de consumidores, aumentaram a conta de luz até 27,5% antes de Dilma informar na TV, dia 23, que as contas seriam reduzidas em até 18%.No Rio, segundo denúncias, o KWh custava em novembro R$ 0,4548, em dezembro foi a R$ 0,4986 (+9,6%) e janeiro a R$ 0,5698 (+14,3%).Técnicos do setor elétrico e políticos acham que anunciar a redução com antecedência deu tempo às empresas para reajustar seus preços.A oposição estrilou. “É a velha prática de dar com uma mão e tirar com a outra”, criticou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR). ( Claudio Humberto )
A Secretaria de Desenvolvimento Social realiza a partir da próxima segunda-feira dia 14, um amplo processo de fiscalização do programa Bolsa Família em Ilhéus, para verificar a situação cadastral de 1.542 famílias cujos benefícios apresentam algum tipo de inconsistência, de acordo com a Secretaria Nacional de Renda e Cidadania (Senarc).Num cruzamento de dados, feito em 2012, entre dados constantes do Cadastro Único e da Folha de Pagamento do Programa Bolsa Família com os registrados em outros órgãos administrativos do Governo Federal, por meio da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego, a Senarc identificou diversas contradições nas informações prestadas por um grupo de famílias registrado no Bolsa Família.Entre os exemplos de inconsistências, que podem significar recebimento irregular do benefício, está a subdeclaração de renda familiar, ou seja, a renda declarada pelo beneficiário é inferior ou incompatível com a identificada em outros registros do Governo Federal. Outro motivo de incoerência encontrado nessas informações é a permanência, na base de dados do Cadastro únicos, de familiares falecidos dos beneficiários.A partir das informações colhidas, a Secretaria de Desenvolvimento Social irá bloquear o cadastro desses 1.542 beneficiários, e, em seguida, fazer a fiscalização em cada um dos domicílios. A fiscalização vai averiguar se a família realmente pertence ao perfil do Bolsa Família para que haja transparência na transferência do recurso federal junto a esse programa e ao município de Ilhéus.O secretário Jamil Ocké lembra ser fundamental atender a essa exigência do Ministério, “para que as pessoas que realmente precisam do programa tenham o benefício garantido”. Ele observou nos casos em que se constate que a família preenche os requisitos do programa, o benefício será imediatamente desbloqueado



















