quarta-feira, 15 de abril de 2026

Pré candidato a governador ACM Neto faz no crítica ao governo do PT na Bahia

O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, voltou a criticar as gestões do PT no estado e afirmou que há um desequilíbrio entre o potencial econômico e a realidade social da população. “Nós temos hoje um estado rico com um povo pobre.
A Bahia tem o maior número de pessoas que vivem abaixo da linha da miséria de todo o Brasil. Outro dia saiu uma pesquisa do IBGE que mostrou a renda média per capita das pessoas. A Bahia tem a segunda pior de todo o Brasil. Só estamos à frente do Maranhão”, declarou.
Durante a fala, o pré-candidato também mencionou o impacto da economia no dia a dia da população. “O fim do mês está chegando cedo demais. É impressionante. Chega no dia 5, as pessoas já não têm mais dinheiro. Aí acabam tendo que se endividar, tomar empréstimo”, afirmou.
As críticas foram direcionadas ao atual governo estadual, comandado por Jerônimo Rodrigues, e ao ciclo de administrações do PT na Bahia. Segundo ACM Neto, falta um planejamento estratégico para setores como turismo, agronegócio, mineração e industrialização do interior.
Você pergunta qual é o plano de desenvolvimento econômico para a Bahia. Não existe. Como estamos trabalhando nossas vocações para ampliar e dinamizar o turismo, o agronegócio, a agricultura familiar, a mineração? Cadê as obras de logística e infraestrutura? Cadê o processo de industrialização do interior?”, questionou.
O ex-prefeito também criticou a permanência do partido no poder por duas décadas. “Será que 20 anos não foi tempo suficiente? Eles tiveram muito tempo, o povo teve muita paciência e os dois se esgotaram. O que nós temos hoje na Bahia é um estado grande, um estado forte, mas com um governo pequeno”, declarou.
Por fim, ACM Neto defendeu a criação de um plano voltado ao interior do estado. “A gente quer fazer um plano para desenvolver o interior, buscar a vocação de cada região, levar trabalho para o homem do campo, atrair empresas que voltem a acreditar no interior. O emprego tem que estar lá na ponta e não concentrado apenas na região metropolitana”,

Nenhum comentário:

Postar um comentário